A EVOLUÇÃO DO FELINO DOMÉSTICO

Existem cerca 37 espécies na família Felidae, embora ainda hajam controvérsias. Nos últimos anos, no entanto, a revolução no seqüenciamento genético de vários seres vivos, induzida pelo Projeto Genoma Humano e por poderosas tecnologias de estudo do DNA.

Uma das linhagens reúne todos os grandes felinos que rugem como o leão, o tigre, o leopardo, a onça e o leopardo-das-neves. Em todos eles a estrutura óssea que dá apoio à língua, chamada hióide, encontra-se parcialmente calcificada, o que permite que esses felinos rujam. Também nesse grupo estão as panteras-nebulosas e as panteras-nebulosas de Bornéu, espécie pouco conhecida de felinos de porte médio com pelagem marmoreada. Por terem os ossos do pescoço estruturados de forma um pouco diferente, esses animais não conseguem rugir.

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Focinhos Molhados

Enquanto o cérebro humano é dominado por um grande córtex visual, o cérebro canino é dominado por um córtex olfativo. O bulbo olfatório em cães é cerca de quarenta vezes maior do que o bulbo olfatório em seres humanos, em relação ao tamanho total do cérebro, com 125 para 220 milhões de receptores sensíveis ao olfato. O cão da raça Bloodhound excede esse padrão, com cerca de 300 milhões de receptores.

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Obstrução biliar em gatos

De repente o gatinho fica ictérico (pele e mucosas amareladas), e há uma série de possibilidades diagnósticas. A começar pela suspeita das retroviroses FIV/FELV, ou intoxicação por plantas, produtos de limpeza, venenos. Aliás, nunca esquecer que em nenhuma hipótese. pode-se aplicar em gatos produtos com azul de metileno, ou administrar paracetamol. Isto o levará à morte.

Há ainda uma verminose causada por um parasita, cujo hospedeiro são lagartixas e lesmas, chama-se Platynossomum fastosum, que pode obstruir as vias biliares. É possível evitá-la, administrando regularmente aos gatos que caçam estes animais, vermífugo à base de praziquantel. Continue Reading →

Propedêutica, Anamnese, Repertorização e Tratamento em Homeopatia Veterinária para Animais de Companhia

Todos os passos na consulta homeopática em animais devem ser feitos com paciência, em estado de alerta, receptividade total a qualquer que seja a história relatada e tentando alcançar o máximo de empatia com o nosso paciente, uma vez que sua sensibilidade instintiva já é aguçada, e se tornará ainda mais durante o exame.

Nos mamíferos, de grande, médio ou pequeno porte, as alterações clínicas são muito variadas, mas praticamente todas correlatas às humanas. Curiosamente, nos animais de estimação tem ocorrido paulatinamente um aumento das enfermidades, que também tem aumentado nos seres humanos.

Não há uma explicação exata, mas por quê tantas enfermidades têm surgido nos animais de estimação? Será efeito da endogamia, com aumento da herança de defeitos genéticos? Ou da poluição ambiental crescente, com água e alimentos contaminados com diversos tipos de metais pesados, resquícios de medicamentos e pesticidas, que triplicam a produção de radicais livres intra-celulares, afetando o Sistema Imune?

Ou a convivência mais estreita com seus responsáveis, a criação não mais em casas com grandes quintais, mas dentro de limitados apartamentos, tornando-se mais um membro da família humana? Esta interação constante estaria estimulando o entendimento, com a evolução supra-física ou espriritual? E atrelado a este entendimento dilatado, a vontade estaria despertando, às vezes inadequadamente, gerando conflitos e desequilíbrio?

Não tendo o entendimento e a vontade domicílio físico conhecido, e ao verificarmos nos animais domésticos sintomas patogenéticos derivados de seu desvio, ficamos refletindo se todo processo evolutivo é doloroso, como acontece quase sempre no Ser Humano. De outra forma, como explicar as enfermidades que acometem nossos animaizinhos de estimação, que muitas vezes os fazem sofrer tanto?

Aí nos deparamos com um possível fato. O ser humano tem na sua evolução dois caminhos: um abrangendo a compreensão pacífica frente a infinitude do Universo, da Lei Perfeita e imutável da Ação e Reação e da outra Lei Perfeita do Progresso inexorável. O segundo caminho, o da Dor, para aqueles que se revoltam e teimam em modificar o que já é. Ela, a Dor, é excelente Mestra. Ocorre que com os animais, lhes é limitado o que tantas vezes utilizamos equivocadamente: o Livre Arbítrio.

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Síndrome de disfunção cognitiva do cão idoso

 

A SDC é a deterioração relacionada à idade (a partir de 10-11 anos de idade), das habilidades cognitivas, caracterizadas por mudanças comportamentais nos cães.

Os sintomas de SDC não são sinais de um “envelhecimento normal”. O cão idoso sadio mantém a mesma personalidade, humor, e interatividade, respeitados limites da idade. Se ele está ficando esquecido, irritável, com descontrole de esfíncteres, mudanças de hábitos, pode estar havendo um comprometimento de suas funções cerebrais, num processo degenerativo semelhante ao que acontece com os seres humanos.

Um número de mudanças fisiopatológicas parecem ser responsáveis:

1) depósito de placas amilóides no córtex cerebral e no hipocampo

2) alterações nos neurotransmissores, incluindo a dopamina

3)  níveis aumentados de monoaminaoxidase   B (MAOB) no cérebro

4)níveis aumentados de radicais livres

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Por quê os cães correm atrás dos carros?

As pessoas sempre perguntam por quê os cães gostam de correr atrás de carros, motos, bicicletas,etc. Observe melhor a expressão de alegria da maioria deles quando fazem isso. Eles na verdade, estão brincando, como num jogo, ou então eles têm um instinto mais aguçado de caça e se não for educado, irá perseguir qualquer coisa que se mova. Em cães socializado e bem ajustados, este comportamento é voltado para brincadeiras com outros cães, ou interagem com as pessoas, com bolas, e outros brinquedos. Às vezes são como crianças que gostam de brincadeiras de lutas. Por isso, quem tem cães com muita vitalidade e este instinto aumentado, deve estar disponível para proporcionar atividades junto ao seu cão, evitando excessos, pois caso contrário, a ausência ou excesso de brincadeiras sem limites poderão resultar em problemas.

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Vinte e um sintomas que você não pode ignorar

1. Andando de um lado para outro e inquietação. Em cães, este comportamento pode indicam dor , desconforto ou sofrimento. Inquietação pode ser associada a dilatação e torção gástrica nos cães de grande porte. È um emergência grave, que necessita de cirurgia.

2. Náusea improdutiva. Cães que tentam vomitar sem resultado, durante algum tempo, podem estar com torção, corpo estranho no estomago/ intestino ou intussussepção, isto é uma alça intestinal entar na outra.Geralmente é emergência cirúrgica.

3. Colapso ou desmaio. Sempre é preocupante e mesmo que se recupere raspido deve ser levado ao veterinario para uma bateria cuidadosa de exames. Pode ser uma anemia aguda causada ou por envenenamento ou doença infecciosas. Pode ser uma isquemia, um  ataque cardíaco, uma convulsão discreta, intermação num dia muito quente, eclâmpsia numa fêmea que está amamentando, distúrbios metabólicos, em ultima instancia tumores cerebrais.

4.  Anorexia . Podem haver muitas causas,como infecções, dor, lesões na boca ou eôfago, e mesmo causas emocinais. Se persistir por mais de 24 horas é necessário fluidoterapia de reposição e investigação das causa. Em animais muito jovens é necessário rapidamente repor os líquidos que se perdem, E as causas devem ser encontradas e corrigidas.

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Utilização de soro sanguíneo autólogo para tratamento de úlceras corneais de difícil resolução

Os olhos, tanto  no ser humano, como nos animais, são estruturas muito frágeis, facilmente comprometidas, e em caso de qualquer lesão, deve ser imediatamente procurado um centro de emergência, e se necessário, o clínico veterinário encaminhará para o oftalmologista veterinário.

Os animais que ter maior probabilidade de desenvolver úlceras de córnea, são aqueles de focinho curto, ou braquicefálicos, onde a órbita óssea é rasa e o olho propriamente, toma um aspecto protuberante, que chamamos exoftalmia. Podemos exemplificar entre os cães algumas raças: Lhasa Apso, Pequinês, Shih tzu, Pug, Buldogue Frances. Entre os gatos, pode ocorrer nos persas. Por esta característica anatômica, os olhos ficam mais expostos à poeira, ressecamentos, vento, ao calor do secador na hora da tosa,  espuma e produtos químicos que podem escorrer sobre eles, ou objetos ou plantas em que esbarram, ou ainda devido abrigas ou acidentes.

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