Terapia a laser em cães e gatos

Foi o gênio chamado Albert Einstein quem postulou uma teoria em que um átomo quando estimulado poderia liberar fótons e assim nasceu o termo LASER- Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation. Isto é, amplificação da luz por emissão estimulada de radiação. Quem começou de fato a aplicar a terapia laser foi o D. Endre Mester, na Hungria, em 1965, em experimentos com camundongos.

       A terapia foi evoluindo, com a utilização de “Lower Intensity Laser Therapy”, isto é, utilização de laser de baixa intensidade. Em 2014, os estudiosos que aplicavam esta terapia começaram a chamá-la de terapia por Fotobiomodulação.

         Os lasers utilizados atualmente no tratamento do controle da dor e lesões articulares, musculares, dermatológicas, humano e veterinário, são das classes IIIb, e às vezes, da classe IV.

         Os lasers com ação fotoquímica na interação com células variam de laser azul ao infravermelho. O espectro mais utilizado em fisiatria veterinária é de 600 a 980 nm. O comprimento de onda influencia na profundidade da penetração da luz.

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Aromaterapia para Pets

Vem crescendo o interesse na utilização de óleos essenciais, nos difusores das casas, em uso local e até por via oral. Como se trata de uma Prática Integrativa e Natural, talvez as pessoas não dimensionem que pode haver muitos efeitos deletérios de sua aplicação errada.

Os óleos essenciais são ricos e, componentes químicos altamente concentrados. Para se ter ideia, para se conseguir cerca e 100 gramas de óleo de Rosas, são necessários 600 quilos de pétalas!!!

Em Medicina Veterinária também vem crescendo o interesse pelo uso de óleos essenciais, mas é importante lembrar que NUNCA podem ser ingeridos pelos pets, nem aplicados diretamente sobre a pele. Para ingerir, são muito tóxicos, e sua aplicação pura na pele e pelos, e havendo contato com o sol, pode desencadear reação de fotossensibilização extensas, e difícil cicatrização, além de serem absorvidos pela corrente sanguínea.

Existem óleos carreadores, em geral óleo de girassol e óleo de coco, que são utilizados para diluir os óleos essenciais antes de serem utilizados para cães, e mesmo assim, para serem novamente diluídos em shampoos e creme rinse, por exemplo, ou aplicando pequena quantidade na coleira, na sua roupinha de sair ou de cama. Ou misturados ( já com o carreador) em água em borrifadores para aplicação no ambiente. O uso de óleos essenciais em gatos deve ser muito cauteloso, pois são muito sensíveis a intoxicações.

continua….

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Hidrolatos permitidos para animais de companhia

O que é a Aromaterapia para Pets:

A aromaterapia é uma ciência e arte integrativa que utiliza substâncias extraídas de plantas (óleos essenciais, hidrolatos e óleos vegetais) para equilibrar, harmonizar e promover a saúde física e mental dos animais. Ela ajuda a tratar problemas como ansiedade, dermatites, medos, traumas e questões respiratórias.Princípios Fundamentais

  • Autoseleção (Zoofarmacognosia): É o pilar central onde o animal escolhe com quais aromas quer interagir. O tutor deve oferecer o óleo diluído e observar a reação do pet; se ele se aproximar ou lamber o ar, é um sinal positivo; se ele se afastar, o aroma deve ser removido.
  • O Olfato Animal: O olfato dos cães é imensamente superior ao dos humanos, possuindo entre 200 a 300 milhões de receptores olfativos, contra apenas 5 milhões em pessoas. Por isso, os aromas devem ser usados de forma sutil para não serem invasivos ou dolorosos.

Diferenças entre Cães e Gatos

  • Cães: Geralmente aceitam bem os óleos essenciais, desde que sempre diluídos em óleos carreadores (concentrações de 0,05% a 2%).
  • Gatos: São extremamente sensíveis. Eles não possuem a enzima necessária no fígado para realizar a glucuronidação, o que significa que não metabolizam bem certas substâncias, como fenóis e terpenos. Por isso, o uso de óleos essenciais na pele de gatos é contraindicado, sendo os hidrolatos a opção mais segura e recomendada para eles.

Detalhes sobre Óleos Proibidos para Gatos

A principal recomendação é evitar óleos essenciais que contenham compostos polifenólicos, fenóis e terpenos. As fontes destacam os seguintes óleos como proibidos ou que devem ser evitados para felinos:

  • Especiarias e Ervas Fortes: Canela, cravo, orégano e tomilho.
  • Cítricos: Limão.
  • Mentolados e Refrescantes: Hortelã-pimenta (peppermint), wintergreen, bétula e eucalipto.
  • Outros: Tea tree (melaleuca).

Além da toxicidade de componentes específicos, a aplicação tópica (direto na pele ou pelo) de qualquer óleo essencial é contraindicada para gatos. Em ambientes com difusores, é vital garantir que o gato tenha liberdade de movimento para sair do local caso o aroma o incomode

Hidrolatos: A Opção Mais Segura

Os hidrolatos (ou águas florais) são subprodutos da destilação de plantas aromáticas. Eles são muito mais suaves que os óleos essenciais, seguros para uso direto na pele e ideais para animais jovens, idosos ou frágeis. Podem ser usados para:

  • Limpar orelhas e tratar “hot spots” (feridas úmidas).
  • Acalmar o animal e refrescar o ambiente ou a caminha.
  • Desinfetar pequenos cortes e arranhões.

Precauções Importantes

  1. Nunca use óleos essenciais puros diretamente na pele do animal.
  2. Evite áreas sensíveis como olhos, nariz e interior dos ouvidos.
  3. Liberdade de movimento: Ao usar difusores no ambiente, mantenha as portas abertas para que o animal possa sair se o cheiro o incomodar.
  4. Qualidade: Use apenas óleos e hidrolatos 100% puros e naturais, livres de fragrâncias sintéticas, parabenos ou conservantes

Leitura consultada:

DOGS NATURALLY. Hydrosols: A New Solution For Natural Healing . Disponível em: https://www.dogsnaturallymagazine.com/hydrosols-new-solution-natural-healing/

By Leonora Mello

CROMOTERAPIA

 

https://curtaiptv.top/1nnkl

A Cromoterapia é uma Terapia Integrativa e Complementar que utiliza as  cores. Ela auxilia o equilíbrio e a harmonia entre corpo, mente e emoções. Cada cor tem sua função terapêutica específica e atua em um chakra ou um órgão do corpo.

Durante anos utilizou-se a cromoterapia como uma das Terapias Complementares  em seres humanos, mas recentemente ela tem sido utilizada em animais, principalmente em cães e gatos.

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Será que meu Cão tem “Olho Seco” ?

http://www.animaleye.com.au/Information/AboutEyeDiseases/DryEye/tabid/21047/Default.aspx

        A Síndrome do olho seco ocorre quando há produção insuficiente do filme lacrimal. O filme lacrimal é composto por glicoproteínas, lipídio, sua, eletrólitos, imunoglobulinas, lactoferrina, lisozima e citocinas. Pela sua composição, ele cumpre importante papel na proteção e homeostase da superfície ocular.
O filme ocular ainda possui as funções de fornecer oxigênio para a córnea; lubrificação da córnea, diminuindo seu atrito com as pálpebras no ato de piscar; fonte de proteína com ação antimicrobiana; remoção de febris e restos celulares por meio da sua drenagem.

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Zoobiquidade

Termo criado pela cardiologista norte-americana Dra Barbara Natterson-Horowitz, é um neologismo contendo o prefixo “zoo” – relativo aos animais, e “ubiquidade” – que significa “está em toda parte, o tempo todo”.

Já vínhamos nos adaptando ao termo “Uma Só Saúde” (One Health). O conceito One Health foi divulgado pela primeira vez em 2007, através da colaboração entre a American Medical Association (AMA) e a Americal Medical Veterinary Association (AMVA) que criou uma estratégia mundial para a expansão de colaborações interdisciplinares e da comunicação em todos os aspectos dos cuidados de saúde humana e animal.Em 2008, a União Europeia abraçou este conceito e vem auxiliando a incrementar ações que tornem este conceito mais efetivo. Continue Reading →

Síndrome de disfunção cognitiva do cão idoso

 

A SDC é a deterioração relacionada à idade (a partir de 10-11 anos de idade), das habilidades cognitivas, caracterizadas por mudanças comportamentais nos cães.

Os sintomas de SDC não são sinais de um “envelhecimento normal”. O cão idoso sadio mantém a mesma personalidade, humor, e interatividade, respeitados limites da idade. Se ele está ficando esquecido, irritável, com descontrole de esfíncteres, mudanças de hábitos, pode estar havendo um comprometimento de suas funções cerebrais, num processo degenerativo semelhante ao que acontece com os seres humanos.

Um número de mudanças fisiopatológicas parecem ser responsáveis:

1) depósito de placas amilóides no córtex cerebral e no hipocampo

2) alterações nos neurotransmissores, incluindo a dopamina

3)  níveis aumentados de monoaminaoxidase   B (MAOB) no cérebro

4)níveis aumentados de radicais livres

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