A Técnica de Liberdade Emocional (Emotional Freedom Technic -EFT) para curar animais

A Técnica de Liberdade Emocional, ou EFT, foi originalmente desenvolvida para as pessoas. É um método de cura que opera em sistema de energia do corpo, em vez de no próprio corpo. Ao contrário da massagem ou da acupuntura que envolve a aplicação de uma certa quantidade de força para determinadas áreas do corpo, a EFT usa uma técnica de leve toque.

O objetivo dos toques é enviar impulsos de energia de cura dos dedos e mãos para o sistema de energia do corpo. A EFT também envolve o uso de intenção e foco para direcionar a energia de cura para o problema a ser trabalhado.

O conceito fundamental desta terapia energética é: “A energia flui onde a atenção vai.” Como qualqueroutra terapia vibracional,é fundamental que a pessoa que a administra antes de tudo deve estar equilibrada energéticamente. Continue Reading →

Atenção para a infecção pelo Neospora caninum

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Há tempos, venho observando em meu atendimento na região rural de Teresópolis, o aumento de casos de cães jovens e adultos com sintomatologia neurológica. Sabemos que a doença mais comum com sintomas neurológicos é a cinomose, causada por um Morbilivirus. A cinomose ocorre em animais não vacinados, ou vacinados com vacinas não éticas ou ainda naqueles imunológicamente comprometidos.

Outra doença com sintomas neurológicos é a raiva,  que todos sabem que é terrível e não tem cura, daí a obrigatoriedade da vacinação anti-rábica anual por lei (a vacinação de cães e gatos contra a raiva é obrigatória no Estado do Rio de Janeiro, conforme estabelecido pela Lei Estadual N° 4.808 de 04 de julho de 2006).

Alterações na deambulação e mesmo convulsões podem ocorrer na infecção por Erlichia canis e outros hemoparasitss transmitidos por carrapatos. Intoxicações como o botulismo e envenenamentos por produtos químicos também mostram este quadro. Continue Reading →

Auto-hemoterapia em cães – ainda há muito a pesquisar

 

 

Método empírico utilizado pelos antigos médicos nas doenças auto-imune e naquelas de difícil resolução devido ao sistema imunológico deprimido, é muito utilizada na Medicina veterinária em animais de grande porte, notoriamente nas verrugas causadas pelo vírus da papilomatose.

Porém, recentemente mais estudos dentro da Medicina Veterinária, vem confirmando o real papel imunomodulador do procedimento. A autohemoterapia promove um estímulo proteico no caso de doenças inflamatórias, a partir da flebocentese de sangue venoso (coleta da veia cefálica ou jugular, nos animais de companhia) e imediata aplicação do mesmo por via intramuscular profunda, durante 3 semanas seguidas. Em bovinos retira-se cerca de 10ml de sangue, enquanto que nos cães, ainda não se chegou a um protocolo ideal, sendo que em geral se usa de 1 a 3ml de acordo com o peso do animal. Supõe-se que ao ser absorvido o sangue inoculado induz à formação de anticorpos específicos, no caso da papilomatose, conferindo cura total em três semanas. Também há relato de cura de Habronemose em equino.
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Homeopatia e Acupuntura Veterinária na UNIFESO

Na Clínica Escola da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIFESO também há atendimento nas especialidades de Homeopatia e Acupuntura Veterinária.

O atendimento com Terapias Complementares ( Homeopatia, Acupuntura, Florais de Bach e de Minas, Fitoterapia, Ortomolecular) ocorre individualmente ou concomitantemente com  atendimentos clínicos convencionais do Projeto Saúde Animal para a população de baixa renda e alunos, às 2as e 6as, durante o horário das aulas práticas.

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Trombocitopenia não é só por doença do carrapato

Quando no hemograma de um cão ou gato, notamos uma redução expressiva de plaquetas, imediatamente pensamos que ele podem estar acometidos de doenças transmitidas por carrapatos, como a Erlichia canis, Anaplasma platis, Babesia sp, Rangelia vitalli, Mycoplasma haemocais ou Mycoplasma haemofellis, que causam trombocitopenias auto-imunes.  Também ocorre devido a diferentes serovares de  Leptospira sp, na infecção por Dirofilaria immitis e Leishmaniadonovani chagasi.

            No entanto, por vezes nos defrontamos com trombocitopenias (ou plaquetopenias) sem causa específica, por isso as chamamos de idiopáticas.

As plaquetas ou trombócitos são células sanguíneas que são produzidos a partir de medula óssea, e são muito importantes no processo de coagulação.  Na região de um ferimento, as plaquetas são acionadas, migram para o local da lesão e liberam uma enzima chamada tromboplastina-quinase, que desencadeia a coagulação. Sua ação no organismo varia de 9 a 10 dias, sendo após este período recolhidas e direcionadas ao baço, onde serão degeneradas.

Num cão ou gato saudáveis, as plaquetas suprem perfeitamente qualquer pequeno sangramento, preservando a integridade dos vasos. São em número aproximado de 200.000 a 500.000/mm3 de sangue e cerca de um terço das plaquetas circulantes ficam armazenados no baço, e serão recrutadas se necessário.

Se começarem a aparecer hematomas espontâneos no corpo do animal, pequenos (petéquias) ou grandes (sufusões hemorrágicas), com certeza há algo acontecendo com a função ou o número das plaquetas.

Normalmente as plaquetas velhas são destruídas e recicladas no baço. Porém, há condições em que o organismo começa erroneamente a reconhecer as plaquetas como corpos estranhos, e neste caso ocorrem reações destrutivas, a partir da formação de anticorpos antiplaquetários. Muitas plaquetas são destruídas e são recolhidas pelo baço. Da mesma forma o baço deixa de reconhecer aquelas plaquetas que ficam estocadas, e também começa a destruí-las decorrendo daí um quadro de tombocitopenia imunomediada, que se não tratada a tempo, pode levar à morte.

A medula óssea começa a reagir, produzindo plaquetas mais efetivas, chamadas “plaquetas de stress”. Porém o sistema imunológico continua a reagir, produzindo anticorpos e dependendo do número destes, estas novas plaquetas também serão logo destruídas em algumas horas.

As causas para que isto aconteça são desconhecidas. Alguns citam que podem influenciar os adjuvantes das vacinas, algumas bacterinas (Leptospirose e doença de Lyme nas vacinas), toxinas, dietas de baixa qualidade, alguns medicamentos e reações alérgicas medicamentosas, e outros fatores estressantes ao sistema imunológico.

A maioria dos sinais clínicos da trobocitopenia imunomediada, está relacionada com o sangramento, com o aparecimento de petéquias e hematomas espontâneos. Outros sintomas podem incluir letargia ou fraqueza, aumento da taxa respiratória, sangramento na boca ou nariz, gengivas pálidas, fezes escuras, as quais podem indicar sangramento no trato gastrointestinal, e em casos mais graves dificuldade respiratória e morte súbita.

O diagnóstico da trombocitopenia imunomediada envolve a exclusão de todas as causas não-imunes e outras condições primárias como vírus, parasitas, fungos, bactérias, alguns tipos de câncer e administração de certas drogas. Os testes diagnósticos incluem o hemograma com plaquetometria, testes de coagulação, titulações para exclusão de possibilidade de doenças infecciosas e o teste de anticorpos antinucleares (ANA).

O tratamento envolve o uso de medicamentos imunossupressivos, fluidoterapia, transfusões de sangue total ou de plaquetas. O tratamento homeopático pode auxiliar na recuperação, após o quadro crítico, ajudando na imunomodulação e prevenção de recorrência. De qualquer modo apenas com auxílio profissional do médico veterinário será possível diagnosticar e tratar esta disfunção.

FONTE : http://mercola.fileburst.com/PDF/HealthyPets/InterviewImmuneMediatedThrombocytopenia.pdf

Por Leonora Mello

Subinvolução dos locais placentários

Se a cadela já teve seus filhotes há mais de quinze dias, e o sangramento persiste, ou se havia parado de sangrar e o mesmo retornou, com certeza isto é um problema.

Se houve infestação de carrapatos recentemente, pensar nas doenças causadas pelos hemoparasitos que causam entre os variados sintomas alteração na coagulação.

Porém há outras possibilidades, entre elas uma afecção chamada “Subinvolução dos locais placentários” (SIPS). Continue Reading →